por Juliana

tumblr_ms59jdZRZ41scn88to1_500

Depois que fiz esse post, recebi pedidos para que desenvolvesse um conto. E aqui está!

Ela dançava alegre e desatenta, como sempre. Eu observava nem tão de longe assim. Até que começou a tocar uma daquelas músicas que a gente não consegue resistir. Geralmente não gosto de dançar junto com outras mulheres, parece apelativo, parece que está sendo feito para agradar aos outros, e não à mim. Evito. Mas dessa vez não pude resistir. Aproximei-me por trás e deslizei minha mão pela sua cintura. Ela acariciou o meu rosto com a delicadeza que só meninas aprendem. Colei meu corpo no dela e senti o seu calor. Enquanto dançávamos, esfregava meu nariz e meus lábios na sua nuca. Sentia o cheiro do seu cabelo.

A pista de dança estava cheia, mas o espumante que preenchia minha taça já havia me deixado mais soltinha. As pessoas ao redor não me importavam mais. Só me restou o desejo de acariciar a linda mulher que estava tão próxima ao meu corpo. Minhas mãos começaram então a explorar aquele corpo já conhecido, sentindo a curva da sua cintura, subindo e passando os polegares por baixo dos seios firmes. Ousando mais graças ao álcool, as mãos começaram a descer e agarram por alguns instantes o seu quadril. Puxei-a mais para perto, jamais deixando que meu rosto ficasse muito longe da pele macia do seu pescoço. Inebriada pela música e a penumbra deslizei os dedos por suas coxas. Ela gemeu baixinho. Apalpava discretamente sua bunda, tentando não ser vista pelos olhos curiosos e excitados que nos observavam, esperando para ver o que aconteceria em seguida.

A música chegou ao fim e nos desvinculamos com certa hesitação. Tomei um gole da minha bebida que havia abandonado numa mesa a fim de liberar as mãos. Quando olho ao redor ela havia sumido. Comecei a dançar sozinha, mas rapidamente vieram candidatas a nova parceira. Percebi então que havia sido muito mais observada que imaginei e que havia instigado as demais amigas a se aventurarem numa dança mais agarrada. Dancei com todas que se aproximavam, com a sensação que para elas era uma oportunidade para experimentar uma sensualidade diferente. Mas meus pensamentos estavam em outro lugar.

 Busco com o olhar por ela e não a encontro. Deve estar no banheiro, imaginei. Ali vi minha chance e fui à busca dela. Entro no banheiro feminino e lá estava, se ajeitando no espelho. Aproximei-me com um sorriso malicioso e ela retribuiu com um tímido. Estávamos com os rostos muitos próximos e dava para sentir a tensão no ar. – Você é linda, tenho muito tesão em você. Ela sussurra no meu ouvido. Não resisto e a beijo segurando seu rosto com ambas as mãos. Sai uma moça de uma das cabines e nos afastamos tempo suficiente para que ficássemos sozinhas novamente. Tornei a beijá-la. Pelo canto do olho vi a porta semiaberta de uma das cabines e não pensei duas vezes, empurrei-a para dentro.

Desta vez o beijo que dei não foi delicado como o primeiro. Foi um beijo cheio de tesão de quem já a desejava novamente fazia tempo. Colei meu corpo no dela enquanto a segurava pela nuca e pela cintura. Senti seus seios contra os meus e me roçava vagarosamente. Minhas mãos não ficaram quietas por muito tempo e logo estavam apalpando suas nádegas firmes. Sentindo o cotorno feminino do seu corpo. Deslizei os dedos por baixo e alisei a sua boceta por trás, provocando um gemido gostoso. Esfreguei-a com carinho, com tesão. Ela abaixou a minha blusa tomara-que-caia e avidamente passou a língua quente nos meus mamilos. Joguei a cabeça para trás e deixei-a brincar com os meus peitos que já estavam enrijecidos. Quis retribuir o prazer e abaixei os ombros de seu vestido. Enquanto eu lambia seus seios, ela murmurava o quanto sou gostosa e o quanto ela sente tesão em mim.

Meti a mão ávida no meio das suas pernas, por baixo do vestido soltinho e comecei a massagear seu clitóris. Com isso ela me agarrou com força e se segurou para não gemer alto, pois o banheiro já estava lotado de vozes femininas. Enterrei meu nariz no seu pescoço e esfreguei sua boceta delicadamente. Senti a quentura enquanto comecei a pressionar com mais força sua racha. Suas mãos emaranhadas em meu cabelo.

 Já não me aguentava mais. Cheia de tesão, me abaixei e subi o seu vestido. Cheguei a sua calcinha de moça comportada para o lado e, sedenta, meti a língua entre seus lábios. Ela colocou um pé encima da bacia e abriu as pernas para me dar acesso total à sua boceta molhada. Pressionei minha boca contra sua umidade pulsante. Deslizei a ponta da língua lentamente de um lado para o outro, saboreando aquela xoxota gostosa.  Entorpeci-me com o desejo e o perfume. Esfreguei a língua por inteira em todas as dobras da sua xaninha quente. Chupava, lambia e sugava sua carne enquanto sentia latejar minha racha. Já sabia que a minha própria boceta já estava completamente encharcada. Não queria tirar a boca daquela delícia, ficaria apreciando-a o resto da noite se pudesse.

Sinto-a tremer, suas pernas fraquejando. Firmei minhas mãos em sua cintura e aumentei a pressão da minha língua sobre seu grelo duro. Os movimentos da minha boca foram aumentando. Segurou-se nas paredes e gozou gostoso para mim. Senti-a ficar mole me minha pegada. Reposicionei sua calcinha e abaixei seu vestido. Levantei-me e a beijei com vontade. Sorri ao ver a cara dela de satisfação. Ela abriu a porta da cabine e me largou sozinha, com a calcinha ensopada.

Anúncios