Soneca

por Juliana

204Comecei a escrever esse conto mês passado e até agora não tinha terminado. Ontem um amigo me perguntou quando iria postar coisa nova e me incentivou a terminar. Um beijinho especial pra ele. 

Após o almoço em família, o sono começava a tomar conta de mim. Tirei a calça jeans e deitei na cama somente de camiseta e calcinha. Ele deitou atrás, me envolveu com os braços e roçou o nariz na minha nuca. Uma das suas mãos desceu pelo meu corpo e alisou as minhas pernas. Insatisfeito passeou mais um pouco até encontrar minhas nádegas. – Uma covardia você deitada aqui só de calcinha. – Ele sussurrou no meu ouvido. Com essas palavras ele pressionou o corpo dele junto ao meu e pude sentir o volume dentro da sua cueca crescer.

Agora com ambas as mãos segurando meu quadril, ele começou a esfregar a sua ereção contra a minha bunda. Dedos sedentos acariciaram minha buceta por trás e chegaram a calcinha para o lado. Usando as duas mãos, apartou minhas nádegas enquanto eu pegava firmemente na sua pica dura. Encaixei a cabeça do seu pau na entrada da minha xoxota. Quando ele meteu soltei um gemido de prazer.

Sentia seu vai e vem delicioso enquanto ele passava as mãos nos meus seios, agora expostos. O tesão crescia. Comecei a pressionar minha bunda contra o corpo dele me juntando ao ritmo. Ele parou de bombar para se permitir sentir minha buceta quente escorregando no pau dele. Ainda de lado rebolava gostoso naquela rola rígida enquanto ele enterrava os dedos no meu quadril. Aumentei a velocidade, me contorcendo de prazer. – Isso, rebola minha putinha. – Ele soprou no meu ouvido enquanto puxava firmemente o meu cabelo. Senti quando sua porra quente preencheu minha buceta melada.

Uma pausa brusca e ele foi beijando as minhas costas, devagar, passando a língua até chegar na minha bunda. Ficou alguns segundos admirando seu sêmen escorrendo da minha xoxota inchada e em seguida o lambeu. Chupou a minha xana toda até eu ficar limpinha. Gozei sentindo sua língua molhada no meu grelo.

Um longo beijo na boca com sabor de buceta e porra fechou aquela rapidinha gostosa. Enroscamos-nos debaixo do edredom e cochilamos.

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