Brincadeiras de Adolescentes

por Juliana

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Mais um conto para vocês! Como da última vez, esse conto é real. T., cada dia a vontade de você cresce mais…

Um dia delicioso estava chegando ao fim. Era carnaval. Havíamos curtido um bloquinho de rua na parte da manhã, e passado o resto do dia namorando na piscina. O desejo só aumentou com os corpos molhados e seminus. O tempo não nos permitia uma visita ao motel mais próximo, então o jeito seria aliviar o tesão de outra maneira.

Ele me levou até o portão de casa. Paramos o carro em um trecho escuro da rua, onde quase não passa ninguém. O rádio ligado baixinho, as portas trancadas, pulamos para o banco de trás, afim de mais espaço para nos esticarmos.

Ele me beijou. Um beijo aveludado e sedutor. Macio e ardente, de um jeito que só ele sabe dar. Nossas línguas se acariciavam enquanto eu sentia a minha buceta começar a latejar. Passei a mão no volume que crescia debaixo da sua bermuda. Ele me puxou mais pra perto para sentir melhor o calor que meu corpo emitia.

Desci o zipper e puxei pra fora o seu pau duro. Lentamente movimentava minha mão pra baixo e pra cima enquanto ele dizia ao pé do ouvido como ele adora as minhas punhetas. Apertei sua rola com mais força e acelerei, em alguns poucos minutos ela começou a babar de tesão. Passei os dedos na cabeça e lambi-os.

Não aguentei e me abaixei para chupar aquela pica rígida. Primeiro passei a língua só na pontinha, lambendo aquela babinha toda. Em seguida coloquei ela toda na minha boca. Sugava com força enquanto minha mão continuava a masturbá-lo. Ouvia ele gemendo baixinho, parando vez ou outra para me dizer o quanto a minha boca é gostosa.

Explodindo de tesão, ele me puxou pra cima dele. Sentei no seu colo, apenas de calcinha. Desamarrei o laço que segurava a minha blusa no lugar, expondo meus seios. Ele os chupou delicadamente enquanto eu rebolava e me esfregava no seu falo. As mãos dele seguravam a minha cintura e me puxavam pra mais perto.

Ele me jogou no banco e chegou minha calcinha encharcada para o lado. Queria sentir o quanto a minha xoxota estava molhada. Passou os dedos no meu clitóris e desceu. Enfiou dois dedos na portinha e os manteve ali, massageando enquanto eu sentia a minha respiração ficar mais pesada. Meu grelo estava duro quando ele começou a movimentar o dedo em círculos nele. Agarrei a sua nuca e gemi de prazer.

Eu estava quase gozando quando eu falei baixinho: Quero sentir você todinho dentro de mim. Ele não exitou, tirou uma camisinha do bolso e prontamente a colocou no lugar. Eu não esperei nem mais um segundo, sentei com vontade no sua piroca deliciosa. Gemi alto quando ele puxou o meu quadril pra dentro dele. Enquanto isso, hora ou outra passava um carro ao nosso lado.

Enquanto eu sentava gostoso, comecei a tocar uma siririca. Ele assistia com gosto. Beijando sua boca e com o pau enterrado fundo na minha buceta, gozei intensamente. Não querendo tempo para me recuperar, pedi pra ele me foder de quatro. Ajoelhei no banco, empinei a bunda e esperei para ser penetrada pela sua pica.

Ele meteu tudo com vontade e sem dó. Os carros passavam do lado de fora enquanto a gente balançava o nosso. Segurando firme na minha cintura ele socava com fúria enquanto eu me segurava pra não gritar de prazer. Ele gozou dentro de mim, e se não fosse pela camisinha, teria sentido toda aquela porra escorrendo pela minha chana.

Nos despedimos com um sorriso safado na boca. As vezes uma rapidinha dentro do carro é tão boa quanto qualquer noite demorada numa cama.

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