Minha Primeira Inversão

por Juliana

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Amados, esse é o primeiro conto erótico que escrevo! É real e conta uma das minhas primeiras aventuras fora no meu relacionamento primário. Espero que gostem. T., esse conto é dedicado à você, com muito carinho e tesão.

Ao emergir do metrô pude sentir a excitação aumentando por dentro. O final daquela tarde de quarta-feira prometia. Ele me aguardava dentro do seu carro. Ao entrar, senti seu perfume e beijei sua boca. T. me cumprimentou chamando-me carinhosamente de menina. Logo mais me daria conta de que ele, até o momento, jamais usara um substantivo vulgar para me denominar. Nunca puta, piranha ou cachorra. Não que eu não aprecie esses títulos, mas as vezes é gostoso ser tratada como mocinha.

Tomamos rumo ao motel que havia nas proximidades. Nada de barzinhos ou conversas demoradas. Eu precisava ser consumida o mais rápido possível. Afinal, em casa o marido já não me usava há mais de uma semana. Insaciável do jeito que sou, uma semana parecia uma eternidade…

Sem garagem privativa, como a maioria dos motéis urbanos, tivemos que deixar o carro com o manobrista. Subimos o elevador e T. me puxou para um gostoso beijo na boca. Pude sentir o tesão começar a despertar dentro de mim.

No quarto, fui direto para o chuveiro. Infelizmente, não dá para ficar perfumada para os amantes, pois o marido pode desconfiar. Porém um bom banho morno é o que eu precisava para me sentir  linda e pronta. Saí do banheiro usando um conjunto de renda bordô, cuja a compra fora feita com o único propósito de agradar aos olhos alheios.

T. me segurou pela cintura e me beijou demoradamente na boca. Deitamos na cama, ele ainda de roupa. Montei nele e comecei a me esfregar delicadamente contra o volume em sua calça. Ele deslizava as mãos pelo meu corpo de forma sensual. Ambos sorrindo enquanto brincávamos feito dois adolescentes.

Cansado de ficar por baixo, T. me coloca de barriga para cima na cama. Agora, só de cueca, esfregava o pau duro na minha buceta já molhada. Minha mão passeando pelo seu corpo nu até encontrar aquela ereção deliciosa. Com a mão por dentro da cueca pude sentir a cabeça da sua rola já babada. Quanto tesão! -Você faz isso maravilhosamente bem. – T. exclamou enquanto eu iniciava uma modesta punheta. Eu sorri. Adoro elogios. Os dedos ansiosos dele logo chegaram para o lado a minha calcinha rendada, encontrando ali  a quentura e umidade. Esfregando meu clitóris, gemi de prazer.

Não aguentava mais. Precisa sentir ele dentro de mim. Então pedi arrego, era tortura suficiente. Prontamente T. tirou a cueca e a minha calcinha. Mas ele ainda não queria atender ao meu pedido. Queria primeiro satisfazer a sua vontade de chupar a minha buceta e de lamber toda aquela baba que dali escorria sem parar. Começando com a ponta da língua, o beijo que meus lábios recebia foi se intensificando. Enquanto me segurava com firmeza com a mão direita, a mão esquerda escorregou entre minha pernas. Gemi de prazer quando ele introduziu seus dedos habilidosos na minha xoxotinha. Sua dedicação foi recompensada em pouco tempo quando eu me retorci de prazer, gozando em sua boca.

Com a pica mais dura que antes, a camisinha surgiu e foi habilmente colocada em seu membro latejante. E então, deitada de bruços com o bumbum empinadinho, ele me penetrou com vontade. Enfiando tudinho, ele socava na minha chana. Segurei o travesseiro e aguentei aquela fúria com muito gosto. Os minutos se passavam entre gemidos e sussurros. Quando finalmente percebi que T. estava suado e ofegante, ofereci-me para lhe dar um descanso.

Ele então deitou de barriga para cima e eu sentei com tudo naquela piroca gostosa. Cavalguei ele enquanto gemíamos de prazer, nos deleitando com a linda vista que os espelhos ao redor do quarto nos proporcionava. No reflexo que se dava atrás de mim dava para ver o pau dele entrando e saindo da minha buceta inchada de tesão. Eu rebolava vagarosamente para que pudéssemos aproveitar a visão.

Foi então que numa manobra brusca ele me pôs deitada no colchão e ficou por cima, sem retirar o seu falo de dentro de mim. Enquanto o suor pingava de seu corpo ele me fodia energicamente, metendo tudo na minha xoxota gulosa. Urrei de prazer.

Já haviam passados longos 40 minutos sem se quer termos nos dado conta. Cansados, deitamos lado à lado e nos beijamos. Nossas mãos passeavam pelo corpo um do outro. O pau dele duro na minha mão me fez salivar. Precisava sentir o seu gosto. Precisava colocar ele na minha boca.

Me posicionei empinada para que ele pudesse ter uma bela visão da minha bunda nos espelhos enquanto eu chupava ele com gosto. Comecei só com a ponta da língua, fazendo à passear pela cabeça da sua pica. Depois coloquei tudo para dentro da minha boca sedenta. O pau dele estava babado e pingando de prazer. Chupei toda aquela delícia com vontade.

Não contente com somente aquele falo duro, comecei a passear com a língua um pouco mais abaixo, sugando lhe o saco. Ele gemia de prazer. Como sou atrevida, resolvi que queria explorar um pouco mais. Devagar desci com a língua mais um pouco. Lambi lentamente o seu cu enquanto ele se abria sutilmente para me dar passagem. Enquanto eu o chupava ali, ele tocava um punheta gostosa.

Queria comer aquele cuzinho apertado. Levantei-me e fui até a minha bolsa, de onde tirei uma cinta de couro preta e um consolo de 17cm. Geralmente brinco com ele sozinha em casa, mas dividir com um amigo seria bom demais!

Vesti a cinta, sentindo-me um pouco tímida. Deitei ao lado do T. e fui gentilmente introduzindo meu pau de borracha em seu cu. Ouvindo ele gemendo de prazer e de uma pontadinha de dor, fui metendo mais fundo e com mais força, segurando sua pica dura em minha mão. Eu sorria maliciosamente enquanto satisfazia uma fantasia de tempos. Mudei de posição, sentada na cama com ele deitado na minha frente fodi ele gostoso enquanto eu me deliciava com sua cara de prazer!

Feliz e acabada deixei que T. reassumisse o seu papel de ativo. Tirei a cinta, deitei-me de bruços e abri minhas pernas, deixando a minha xota inchada exposta. Ele me lambeu com tesão de cima à baixo e encaixou sua rola, provocando gemidos altos. Socou com força até depositar todo sua porra dentro da camisinha.

Fui então premiada com mais uma chupada deliciosa. Os dedos mágicos do T. jamais vão deixar de me surpreender com a destreza que apresentam. Terminando a minha maravilhosa noite de meio de semana com mais uma gozada gostosa.

Respirando feliz, pude finalmente dizer que estava satisfeita… por enquanto.

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