Delícia: fred0707@bol.com.br
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“…Babe, pick a night
To come out and play
If it’s alright
What do you say?
Merrier the more
Triple fun that way
Twister on the floor
What do you say?
Are – you in
Livin’ in sin is the new thing (yeah)
Are – you in
I am countin’!…
Three is a charm
Two is not the same
I don’t see the harm
So are you game?
Lets’ make a team
Make ‘em say my name
Lovin’ the extreme
Now are you game?…
What we do is innocent
Just for fun and nothin’ meant
If you don’t like the company
Let’s just do it you and me
You and me…
Or three…
Or four…”
“…Querido, escolha uma noite
Para sair e brincar
Se está tudo bem
O que você me diz?
Quando mais melhor
Diversão triplicada
Contorcionismo no chão
O que você me diz?
Você está dentro?
Viver no pecado é a nova moda
Você está dentro?
Estou contando!…
Três dá sorte
Dois não são a mesma coisa
Eu não vejo problema
Então você topa?
Vamos fazer um time
Fazê-los dizer meu nome
Adorando o extremo
Você topa?…
O que fazemos é inocente
Só por diversão e nada mais
Se você não gosta da companhia
Faremos você e eu
Você e eu…
Ou três…
Ou quatro…”
Britney Spears
Uma Base Sólida
Sei que não é regra, mas pelo menos para pessoas que gostam como eu gosto da atividade, sexo é a base do relacionamento. Uma cola que ajuda a manter os casais unidos apesar das divergências. Digo isso por experiência. Já tive namoro muito ruim, de brigar todo santo dia, mas que o sexo era excelente e então o namoro durou cerca de 2 anos. E já provei o lado oposto da moeda, onde o relacionamento era ótimo, mas o sexo deixava a desejar, e como isso me afeta em maneiras que nem eu mesma tenho noção.
Quando eu e o namorado mantemos uma frequência boa (pra mim frequência boa depois de dois anos de namoro é 3-4 vezes por semana), percebo que ficamos muito menos propensos a brigar por coisas bobas. Em compensação, quando estamos numa fase de pouco sexo, uma vez por semana, noto que eu fico muito mais estressada, querendo brigar e terminar por qualquer bobagem.
E você, considera sexo base do seu relacionamento?
A Primeira Vez
Cheguei na casa da R tarde. Íamos sair, eu, ela e a amiga dela, a Ma. Eu sabia que a R e a Ma ficavam ocasionalmente. O que encheu a minha cabeça de segundas intenções. A R tinha me dito pelo telefone que eu teria que dormir no sofá, já que a Ma estaria dormindo lá também. Sem problemas, disse eu. Mas antes de sair de casa, fiz questão de caprichar na depilação. Nunca se sabe, afinal…
Acabou que não saímos. Ficamos ali sentadas na cama, bebendo vinho e jogando conversa fora. Logo chegou a F, que mora com a R, que também é bisexual. E as quatro viraram a madrugada entre risos e gargalhadas.
Foi então que a F disse que estava cansada e que iria dormir. Ficamos só as três. A R mandou eu colocar o meu babydoll, e eu troquei de roupa ali mesmo, junto com a Ma, que retirou a calçinha por debaixo da camisola. Nesse momento eu inocentemente perguntei a R como eu fazia com o sofá-cama. E ela me deu a resposta que eu queria tanto ouvir: fica aqui mais um pouco. E fez um gesto para que eu me sentasse ao lado dela.
Logo estávamos as três deitadas, e percebo que a R e a Ma estavam se acariciando por debaixo do lençol. Começaram a se beijar. Fiquei ali, só olhando, coração desparado, não crendo no que estava para acontecer. Observei e aguardei ser convidada para me juntar à elas. Foi quando a Ma gentilmente passou a mão no meu braço. Eu então me aproximei.
Comecei beijando a Ma, mas confesso que meu real interesse era pela R, que eu já desejava fazia muitos anos. Aproveitei para alisar as duas. E enquanto a Ma lambia meus seios, a R chupava a sua buceta. Eu observava o corpão da R, ela é uma delícia, eu estava louca para experimentar ela toda. Comecei passando os dedos na sua vagina linda, e era linda mesmo… Então enfiei um dedo, e depois outro. Ela gemia com prazer.
Quando me dei conta, a Ma estava me chupando anciosamente, enquanto a R a chupava. Mas eu não queria ser chupada. O namorado me chupa. Queria o que era diferente para mim, algo que eu nunca havia provado, mas que já sonhava havia tempo. Foi então que aproveitei a bunda empinada da R, que nesse momento estava de quatro lambendo os seios da Ma e não pensei duas vezes: lambi sua buceta com vontade. Como a Ma começou a masturbá-la, resolvi lamber seu cuzinho. Voltei sedenta para seus lábios vaginais assim que a Ma tirou os dedos. Que delícia é chupar uma buceta…
Resolvi então chupar a Ma. Me desempenhei bastante e levei ela ao gozo, acho eu, porque foi muito discreto, eu sou um pouco mais escandalosa quando gozo. Enquanto isso a R me chupava. Terminei beijando muito a R, que beija muito bem. A Ma só nos observava. Eu queria continuar, mas a R já estava cansada, então paramos.
Acordei nua ao lado das duas, desejando mais.
Delícia: Ju
Ju mandou uma de suas aventuras deliciosas com uma amiga de infância para compartilhar com todos os leitores do site. Eu amei, espero que vocês também.
Ju escreveu: “Na infância, quando minha amiga e eu tínhamos 7 para 8 anos a mãe dela nos flagrou trocando beijos gostosos e infantis no tapete, meio que as escondidas. O tempo passou nos tornamos adolescentes, e as vezes continuavamos trocando beijos as escondidas, bem as escondidas, e com um tesão gostoso, uma atração de um pelo outro.
Mais jovens nos encontramos ao acaso e na rua entre carros, na madrugada, eu fiz sexo oral nela, da forma mais dedicada que sua mente consegue alcançar, ajoelhado no chão, carinhosamente, devotadamente. Foi minha primeira vez fazendo sexo oral, e a primeira dela também. Tínhamos 19 para 20 anos. Nós não emendamos nenhum namoro, nem outras aproximações. O tempo passou e passamos a nos ver mais vezes, e a nos provocar um ao outro. Mais ela que me provocava do que eu a ela.
Hoje, 28 anos, nós nos encontramos e ela me rouba um beijo, que me provoca fortemente. Eu encaminho uma mensagem provocante, ela responde provocando, provando, desafiando. Eu fico absolutamente excitado. Cumpro meu compromisso e mando outra mensagem, convidando-a para dar uma volta. Ela vem toda cheirosa, gostosa, naturalmente provocante, fogosa. Ai que delícia, estou muito excitado…
Eu sugiro um motel e pra lá nos dirigimos.
Nosso corpo suava, transpirava desejo, vontade, tesão. Nos beijamos muito. Nos tocamos um ao outro. Eu a beijei gostosamente na buceta, chupei, toquei com os dedos, com o queixo, com o nariz. Ela deitada, segurei-lhe as mãos firmemente e a chupei com a mesma devoção e dedicação lá da adolescência. Eu ouvia seus gemidos de prazer…
Ela também me chupou gostosa e prazerosamente. Ela também tinha uma dedicação muito grande, quase me levou a gozar. Ah, só de lembrar fico excitado…
No segundo momento, nós fizemos a penetração, em várias posições…
Foi uma DELÍCIA! Ficou com sabor de quero mais, e tudo as escondidas, como na infância. Uma DELÍCIA SECRETA…”
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